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26.02.2017

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O que fazer

«Ainda o Último Judeu e os Outros», de Abel Neves


Até:02.03.2017

Cidade: Braga

Onde: Theatro Circo de Braga

Espectáculo com texto e encenação de Abel Neves, cenografia de Acácio Carvalho, figurinos de Manuela Bronze, criação vídeo de Frederico Bustorff, criação sonora de Pedro Pinto, desenho de luz de Nilton Teixeira, interpretação de Alexandre Sá, Carlos Feio, Eduarda Pinto, Rogério Boane, Sílvia Brito e Solange Sá.Daniel decide convocar a sua mãe, Judite, e o seu pai, João Victor, para um encontro num lugar nos arrabaldes da cidade, fora do conforto da casa. Núria, a sua namorada, segue-o. Obcecado desde sempre com a história trágica dos judeus - a sua avó, mãe de Judite e a viver na Holanda, sofreu, em criança, a perda dos pais, ambos judeus, numa situação que a marcou definitivamente, tendo eles sido depois assassinados no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau -, Daniel não descansa enquanto não confronta Judite com uma época que ela não aceita lembrar e, sobretudo, não quer assumir por via do sangue materno. João Victor tenta amenizar a disputa sem, no entanto, o conseguir. O lugar do encontro - um armazém sujo e abandonado por onde passam caçadores e ao qual chamam 'Bosque Motel' - é visitado de passagem por Nelse e Arlete, um bem humorado casal, precisamente, de caçadores, que serão testemunhas da intensa e brutal situação, acabando involuntariamente por contribuir para um desfecho inesperado.

 

Onde fica

O que fazer

«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


Até:04.06.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

Onde fica