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24.06.2017

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O que fazer

«Afasia Tática» - Jonathan Uliel Saldanha


Até:02.07.2017

Cidade: Porto

Onde: Culturgest Porto

O projeto 'Afasia Tática', concebido por Jonathan Uliel Saldanha para o espaço da Culturgest Porto, parte de um filme, ainda em processo de finalização, que é decomposto em quatro ecrãs. O libreto fundamental presente neste filme foi desenhado para a peça Sancta Viscera Tua, apresentada em duas igrejas em Portugal por altura da quaresma, a convite do pároco da Sé do Porto, de forma a construir uma cerimónia participativa e aberta a todos, que incluísse canto coletivo, gesto e luz.Este caráter ritualístico, denso e misterioso está também presente no som concebido para a instalação fílmica, que cruza um coro e uma voz solo, contaminando todo o espaço da Culturgest Porto com o som de uma possível fala pré-linguística. Durante o período da exposição, Jonathan Saldanha apresentará uma performance para um coro de 50 elementos, transformando o espaço cinemático num dispositivo cénico.Jonathan Uliel Saldanha trabalha com som, música, filme e performance, possuindo um extenso currículo como músico e produtor musical (ver biografia mais completa nas páginas seguintes).

 

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O que fazer

«Splitting, Cutting, Writting, Drawing, Eating... Gordon Matta-Clark»


Até:03.09.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Esta exposição no Museu de Serralves irá debruçar-se sobre os aspetos gestuais, formais e sociais da conceção de arquitetura de Matta-Clark, ou nas suas palavras, de 'fazer espaço sem o construir'. Esta apresentação, composta sobretudo por obras do Gordon Matta-Clark Archive no CCA, irá apresentar fotografias, desenhos e documentos relacionados com os projetos mais importantes do artista, e também os seus filmes comerciais, assim como empréstimos importantes relacionados com a obra pioneira do artista.A exposição irá explorar o singular sentido de Matta-Clark 'dos vazios metafóricos, lacunas, espaços abandonados, lugares que não foram construídos.' A apresentação em Serralves está concebida à volta de uma série de verbos construtivos e destrutivos que definem a conceção do arquitetural do artista: cortar, separar, inclinar, partir, escrever, construir, desenhar, etc. Além de materiais de arquivo e obras importantes deste artista, a exposição vai apresentar uma seleção de obras de outros artistas que criam um contexto para os cortes literais e metafóricos de Matta Clark, feitos sobre locais de reconstrução e de abandono e em contextos acentuadamente queer e de privação económica.Esta exposição continua a colaboração entre Serralves e o Canadian Centre for Architecture. Entre as colaborações anteriores contam-se as exposições 'O Processo SAAL: Arquitetura e participação 1974-1976', em 2015, e o 'Arquivo de Álvaro Siza Vieira', em 2016.

 

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O que fazer

«Julie Mehretu: Uma História Universal de Tudo e de Nada»


Até:03.09.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Ocupando a galeria central e as salas da ala esquerda do Museu, esta importante exposição apresenta 20 anos de pintura e desenhos de Julie Mehretu (Addis Ababa, Etiópia, 1970), desde 1996 até aos nossos dias. Mehretu é uma das mais importantes artistas a trabalhar na atualidade e esta será a sua primeira exposição em Portugal. As suas pinturas redefiniram a forma como pensamos a pintura enquanto instrumento de mapeamento do mundo, no tempo e no espaço. Embora seja principalmente conhecida pelas suas pinturas monumentais que combinam plantas arquitetónicas e mapas de cidades - numa investigação sobre as temáticas da globalização e da identidade -, a sua prática baseia-se numa exploração simultaneamente rigorosa e explosiva do desenho, que evoca várias referências, que vão dos desenhos surrealistas até à caligrafia chinesa, passando pelas experiências pictóricas de Henri Michaux realizadas sob o efeito da mescalina. Apagamentos, eliminações são tão importantes quanto as marcas realizadas pela artista, dando origem a um palimpsesto de espaços construídos de memória visual e cultural.Mehretu participou em inúmeras exposições internacionais e bienais que lhe garantiram reconhecimento internacional, incluindo, em 2005, o American Art Award from the Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, e o prestigiante MacArthur Fellows award. Em 2009 e 2010 Mehretu expôs um ciclo de grandes pinturas no Deutsche Guggenheim Berlin, que depois viajou para o Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque.O seu monumental painel de pinturas Mogamma, parte de uma meditação ainda em curso sobre locais de revolução e mudança social, foi encomendado para a Documenta 13, em 2013.

 

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«A Colecção no Palácio da Bolsa»


Até:24.09.2017

Cidade: Porto

Onde: Palácio da Bolsa

Nas décadas de 1960 e 70, as linguagens artísticas sofreram uma mudança de paradigma. A escultura não foi exceção. Na presente exposição de obras de Ângelo de Sousa, João Machado e Zulmiro de Carvalho reportam-nos para essa realidade.Nesta apresentação de obras da Coleção de Serralves no Palácio da Bolsa, algumas esculturas apoderam-se do solo, prescindindo do plinto, outras transmitem-nos visíveis preocupações com as ideias de serialidade, de fabrico industrial e de literalidade da técnica (o que vemos é mesmo aquilo que vemos). Estes elementos são suficientes para percebermos que os escultores portugueses apresentaram propostas que hoje nos confrontam com os vários passados que foram tornando a obra de arte cada vez mais direta no contacto com o público, desde a arte pop, à escultura abstrata britânica, passando pelo minimalismo norte-americano.Esta apresentação é o resultado de uma parceria entre o Palácio da Bolsa e o Museu de Serralves de Arte Contemporânea no Porto ao abrigo do qual obras da Coleção de Serralves são exibidas nos interiores históricos do Palácio.

 

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«Colecção de Serralves: 1960-1980»


Até:28.01.2018

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

'Colecção de Serralves: 1960-1980' marca a presença visível e permanente da Coleção de Serralves no Museu de Serralves através de um programa contínuo de diferentes apresentações da Coleção. A apresentação inaugural apresenta obras de artistas portugueses e internacionais em diferentes suportes e abrange a arte produzida nas décadas consideradas fundadoras da história e desenvolvimento da arte contemporânea e do lugar da arte portuguesa nessa história. Para além de obras icónicas produzidas entre 1960 e 1980, as novas apresentações também incluem uma seleção de peças mais contemporâneas, que acentuam a relevância contínua dessas atitudes e posições artísticas mais antigas.As obras expostas refletem a diversidade da produção artística desde a década de 1960 até ao presente, sublinhando as características únicas da Coleção de Serralves, notável pela sua relação com a arte portuguesa e internacional de todo o mundo. Com uma apresentação visualmente dinâmica e rica que inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, filmes e vídeos, esta mostra abrange vários temas centrais à prática artística do período do pós-guerra e que influenciaram as práticas artísticas do século XXI, incluindo: materiais e processos, abstração e figuração, linguagem e conceito, e o corpo e a performatividade.As décadas apresentadas na exposição foram marcadas por profundas mudanças sociais e culturais acompanhadas por desenvolvimentos radicais no modo de fazer arte. A arte desse período reflete a redefinição de formas artísticas, media e produção, influenciada pela profunda transformação tecnológica.

 

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