O que fazer

Há boas razões para visitar Guimarães

Associação de Turismo do Porto CC BY-NC-SA

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A visita a Guimarães vale a pena pelo seu centro histórico, as casinhas periclitantes e edifícios medievais, reconhecido em 2001 como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO, pela forma como as suas gentes recebem bem quem visita esta cidade única.  

    • Cultura
    • Património
    • História
    • Gastronomia e Vinhos
    • Compras 
    • Visite o Paço dos Duques de Bragança, que abre diariamente das 10h às 18h e tem entrada gratuita ao domingo de manhã
    • Suba à montanha da Penha no teleférico. O bilhete de ida e volta para um adulto custa 4,3 euros, mas há descontos para grupos
    • Da diversidade cultural que este evento está a promover na cidade
    • Da riqueza e dos sabores da gastronomia minhota
    • De visitar as lojas de artesanato que existem no centro histórico e que têm excelentes recordações para levar para os amigos
    • Guimarães tem mais de 160.000 habitantes e é uma das cidades mais jovens da Europa, com metade dos seus habitantes abaixo dos 30 anos

     

A visit to Guimarães is worthwhile due to its historical centre, the rickety houses and medieval buildings, recognised in 2001 as World Cultural Heritage by UNESCO, due to the way its people welcome visitors to this unique city. But in 2012, there is another reason to visit the cradle of the Portuguese nation: Guimarães is the European Capital of Culture.. Learn more: http://visitportoandnorth.travel/articles/em-2012-ha-boas-razoes-para-visitar-guimaraes and http://www.guimaraes2012.pt

Ao longo deste ano, mais de 600 espetáculos e intervenções artísticas dão um novo espírito à cidade, que se transformou em ponto de encontro de criadores e criações, mostrando a diversidade cultural que caracteriza a Europa.

O programa inclui música, cinema, fotografia, artes plásticas, arquitetura, literatura, pensamento, teatro, dança e artes de rua. Os espetáculos foram organizados em quatro tempos, correspondentes às quatro estações do ano. A ideia é que os visitantes pudessem viver a cidade de quatro formas diferentes.

De julho a setembro, durante o “Tempo para Sentir” haverá muitos espetáculos ao ar livre, para usufruir em pleno dos espaços abertos e do bom tempo, de dia e à noite. De setembro a dezembro, será o “Tempo para Renascer” e perceber o que aconteceu ao longo do ano, com iniciativas que pretendem provocar a reflexão e o entendimento de uma cidade nova e transformada.Guimarães é uma cidade cheia de energia criativa, mas é também um arquivo histórico vivo.

Aqui nasceu Portugal

Quando visitar Guimarães, ficará a saber que foi aí que Portugal nasceu enquanto país independente, em 1143, e onde viveu o primeiro rei, D. Afonso Henriques.

Foi dentro do castelo medieval que nasceu Afonso Henriques e à vista das suas altas torres e muralhas venceu os exércitos de sua mãe, em 1128. Aclamado herdeiro do Condado Portucalense pelos guerreiros do Minho, este Príncipe que, dizem as crónicas, era muito belo, veio a ser o primeiro rei de Portugal.

A colina do Castelo assim como a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira e o Padrão do Salado é, por isso, um local de visita obrigatória.

O percurso pelos principais pontos históricos da cidade faz-se bem a pé. Uma sugestão de ponto de partida para o seu passeio é o largo de Nossa Senhora da Oliveira, no coração da cidade, onde se ergue-se a impressionante igreja da Colegiada de Guimarães donde partiu para Roma Pedro Hispano que, com o nome de João XXI, seria o único papa português da História da Igreja, e e o lindíssimo claustro inserido no Museu Alberto Sampaio.

No centro histórico, repare no carácter autêntico das graciosas varandas de ferro, nos balcões e alpendres de granito, nos perfis das torres ameadas das casas senhoriais, nos arcos que ligam as ruas estreitas, nas lajes do chão alisado pelos séculos, na frescura dos claustros.

Parece um cenário medieval, não é? Não deixe de visitar o Paço dos Duques de Bragança, uma majestosa casa senhorial do século 15, que está classificada como Monumento Nacional, o Convento de Santo António dos Capuchos, edificado em plena Colina Sagrada no século 17, e o Palácio de Vila Flor, um edifício do século 18 que hoje integra o Centro Cultural com o mesmo nome.

No Largo do Toural, é uma das praças mais centrais e importantes da cidade, respire a atmosfera única que se vive em Guimarães.

Para outra visão da cidade suba de teleférico ao monte da Penha, onde o espera um dos mais belos panoramas do norte de Portugal.

Para almoçar ou jantar, pode optar pelos inúmeros restaurantes típicos ou pelos novos projetos de cozinha de autor que nasceram na cidade. Ambos trabalham a cozinha tradicional, convencendo os paladares mais exigentes.

Prove o “Naco à Conquistador” carne de alcatra acompanhada pelos melhores produtos da região ou os tradicionais rojões à minhota e termine a refeição com a doçaria conventual, as tortas e o toucinho-do-céu. Para beber, peça um bom vinho verde da região.

Como Chegar

Para o Porto, há voos low cost, por exemplo, de Londres (Stansted e Gatwick), Paris (Beauvais, Orly, Vatry e Charles de Gaulle), Marselha, Lille, Tours, St. Etienne, Bolonha, Bordéus, Lion, Toulouse, Madrid, Barcelona El Prat, Tenerife, Valencia e Palma de Maiorca.

Apenas no verão, há companhias low cost a voar de Liverpool, Las Palmas, Carcassonne, Rodez e Nantes.

Com tarifas normais, há ligações aéreas a partir de Londres Gatwick, Madrid, Barcelona e Paris Orly.

Do Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro, a melhor forma de chegar ao centro da cidade do Porto é de metro. A viagem dura cerca de 30 minutos.

Do Porto a Guimarães, chega-se em aproximadamente 30 minutos pelas autoestradas A7 e A3.

 

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Onde fica

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