O que fazer

O Porto para backpackers

Associação de Turismo do Porto CC BY-NC-SA 3.0

Associação de Turismo do Porto CC BY-NC-SA 3.0

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Quem viaja por vários destinos, sempre “com a casa às costas”, como se costuma dizer, tem, normalmente, um orçamento conseguido com esforço e que não tem margem para grandes derrapagens. O Porto é uma cidadebackpackers-friendly porque é um destino económico e muito interessante.

    • O alojamento é económico
    • É possível almoçar ou jantar e beber um copo sem gastar muito dinheiro
    • Há vários museus que têm entrada gratuita
    • Não perca uma ida à Feira da Vandoma, que se realiza todos os sábados de manhã nas Fontainhas e onde encontra artigos em segunda mão
    • Se por acaso ficar a dormir até mais tarde, vá até ao Mercado Porto Belo, que se realiza na Praça Carlos Alberto, aos sábados entre as 12h e as 19h.
    • Do espírito informal e acolhedor com que os novos alojamentos recebem os visitantes
    • Das inaugurações simultâneas na rua Miguel Bombarda
    • O Andante Tour foi criado a pensar em quem visita o Porto: o Andante Tour 1  é válido durante 24 horas consecutivas após a primeira validação; o Andante Tour 3 já é válido durante 72 horas consecutivas após a primeira validação.
    • Na estação de metro da Trindade, há cacifos onde pode depositar a sua bagagem por um período máximo de 36 horas. O depósito de bagagem está acessível das 6h à 1h30 e os preços variam consoante o volume da sua mala. 
    • Conte com um preço médio de 15 euros por pessoa/noite nos hostels do Porto.

Atualmente, a cidade tem mais de 15 ligações a cidades europeias operadas por companhias aéreas de baixo custo e é um destino onde não falta alojamento económico, é possível comer e beber sem gastar muito e visitar as principais instituições culturais da cidade gratuitamente.

Entrada gratuita

A Casa da Música costuma ter espetáculos gratuitos ao fim-de-semana durante o dia. Informe-se na bilheteira sobre esta possibilidade. De resto, no verão, o primeiro edifício construído em Portugal exclusivamente dedicado à música oferece vários espetáculos de entrada livre.

No Museu de Arte Contemporânea de Serralves, o mais importante no Porto e um dos melhores do país, a entrada é gratuita ao domingo, até às 13h, mas há outros museus com entrada livre.

No Centro Português de Fotografia, na antiga Cadeia da Relação, no coração da baixa, a entrada é sempre gratuita. O Museu Nacional Soares dos Reis, junto ao hospital de Santo António, é o primeiro museu público do país e tem entrada livre aos domingos e feriados até às 14h. Neste museu, não perca a colecção de obras de escultura e pintura do século XIX e da primeira metade do século XX.

Finalmente, o Museu do Vinho do Porto, onde pode ficar a conhecer melhor a história do néctar produzido na região demarcada do Douro, tem entrada gratuita ao sábado, das 10h às 12h30 e das 14h às 17h30, e ao domingo, das 14h às 17h30.

De dois em dois meses, há inaugurações simultâneas na rua Miguel Bombarda e artérias adjacentes. O evento que leva muita gente ao chamado quarteirão das artes é uma oportunidade para ver pintura, instalações, escultura e outras artes plásticas de forma gratuita nas múltiplas galerias de arte do bairro.

Entre os melhores do mundo

O Porto registou nos últimos cinco anos um aumento de um para 26 hostels. Apesar de serem económicos e terem um espírito informal, a condizer com o perfil de muitos dos visitantes que chegam à cidade, estes alojamentos têm uma decoração e design cuidados e organizam passeios, festas e noites temáticas e outras atividades.

Há projetos temáticos, alusivos ao cinema a cidade é palco do Fantasporto, um festival internacional de cinema fantástico que acontece em fevereiro/março ou especializados em que visita o Porto para a prática de surf e outros desportos náuticos, projetos mais pequenos e outros maiores, quase todos centrais.

Em 2012, o Porto viu três dos seus hostels entrarem para o top 10 dos Hoscars, atribuídos pelo site Hostelworld.com, uma referência na área, reservado aos projetos mais pequenos (com 50 camas, no máximo).

Um destes alojamentos destacou-se igualmente por ser o hostel mais limpo do mundo quem vota são os utilizadores do site.

Comer e beber

Ao almoço, há vários sítios onde pode comer bem por 5 euros. É só seguir os executivos e outros portuenses na pausa para o almoço ou perguntar por restaurantes com prato do dia.

Ao jantar, e apesar de o serviço ser à carta na maioria dos estabelecimentos, não é difícil comer por 15 euros por pessoa. Os vinhos, mesmo nos restaurantes, não são caros e, sem gastar muito, pode degustar um bom Vinho do Douro ou um Vinho Verde.

Na baixa, em particular na zona da reitoria da Universidade do Porto e do centenário Café Âncora dOuro mais conhecido como Piolho ,há vários cafés e bares que servem bebidas a preços “académicos”, ou não fosse a zona da praça Parada Leitão e do Campo dos Mártires da Liberdade um poiso de estudantes, portugueses e estrangeiros participantes em programas de mobilidade.

Na mesma zona, é possível dançar na maioria dos bares com pista de dança sem pagar entrada ou consumir.

Como Chegar

Para o Porto, há voos low cost, por exemplo, de Londres (Stansted e Gatwick), Paris (Beauvais, Orly, Vatry e Charles de Gaulle), Marselha, Lille, Tours, St. Etienne, Bolonha, Bordéus, Lion, Toulouse, Madrid, Barcelona El Prat, Tenerife, Valencia e Palma de Maiorca.

Apenas no verão, há companhias low cost a voar de Liverpool, Las Palmas, Carcassonne, Rodez e Nantes.

Com tarifas normais, há ligações aéreas a partir de Londres Gatwick, Madrid, Barcelona e Paris Orly.

Do Aeroporto Internacional Francisco Sá Carneiro, a melhor forma de chegar ao centro da cidade do Porto é de metro. A viagem dura cerca de 30 minutos.

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Onde fica

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