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23.07.2017

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O que fazer

«Despertar da primavera, uma tragédia de juventude», de Frank Wedekind


Até:23.07.2017

Cidade: Porto

Onde: Teatro Nacional São João (TNSJ)

Produção Teatro Praga, com texto de Frank Wedekind, tradução de José Maria Vieira Mendes, interpretação de André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Diogo Bento, Patrícia da Silva, Pedro Zegre Penim e com Cláudio Fernandes, Gonçalo C. Ferreira, João Abreu, Mafalda Banquart, Rafaela Jacinto, Sara Leite e Xana Novais.'Despertar da primavera, uma tragédia de juventude' é uma peça escrita em 1891 por Frank Wedekind sobre um grupo de adolescentes em conflito com uma sociedade conservadora e moralista. A crueldade e o amor entre pares, a intolerância geracional e o suicídio, são alguns dos motivos queridos pela tradição interpretativa deste texto.A convite do Centro Cultural de Belém, o Teatro Praga regressa com um clássico da literatura dramática para inscrever, num texto e teatro canónico, o lugar dos que não estão incluídos no sistema representativo.

 

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«Concurso Internacional Santa Cecília» - OFP dirigida por Osvaldo Ferreira


Até:23.07.2017

Cidade: Porto

Onde: Casa da Música do Porto (Cdm)

Ao longo de uma semana, a Casa da Música acolhe as provas do 19º Concurso Internacional Santa Cecília transformando-se na capital do piano para dezenas de pianistas de todo o mundo. Os três pianistas apurados para a final interpretam uma obra do repertório concertante e serão acompanhados pela Orquestra Filarmónica Portuguesa sob a direcção do maestro Osvaldo Ferreira. O concerto inclui a cerimónia de atribuição de prémios, durante a qual será anunciado o vencedor.

 

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Milhões de Festa - Barcelos 2017


Até:23.07.2017

Cidade: Barcelos

Onde: Parque Fluvial de Barcelos

O dinamismo criativo musical da cidade de Barcelos, ganha expressão este ano na realização deste festival, que reúne no parque fluvial da cidade, algumas das suas bandas mais emblemáticas e também nomes emergentes da cena musical internacional. Realiza-se nos dias 20, 21, 22 e 23 de julho.Do cartaz fazem parte as bandas: Graveyard, faUSt & GNOD, The Gaslamp Killer, Hieroglyphic Being, Meatbodies, Chúpame El Dedo, Powell, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, DJ Katapila, Janka Nabay & the Bubu Gang, Sarathy Korwar, Ghost Wavvves + Mike El Nite, Brutal Blues, TAU, Rizan Said, Sex Swing, Shame, Sly & the Family Drone, Pixvae, Stone Dead, Mehmet Aslan, Enablers, Switchdance, Lavoisier + Barrio Lindo, Conjunto Cuca Monga, MVRIA + Supa, Live Low, MQNQ (MMMOOONNNOOO + Quim Albergaria), Orchestra of Spheres, GPU Panic + Shake It Maschine e O Bom, o Mau e o Azevedo.

 

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«Splitting, Cutting, Writting, Drawing, Eating... Gordon Matta-Clark»


Até:03.09.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Esta exposição no Museu de Serralves irá debruçar-se sobre os aspetos gestuais, formais e sociais da conceção de arquitetura de Matta-Clark, ou nas suas palavras, de 'fazer espaço sem o construir'. Esta apresentação, composta sobretudo por obras do Gordon Matta-Clark Archive no CCA, irá apresentar fotografias, desenhos e documentos relacionados com os projetos mais importantes do artista, e também os seus filmes comerciais, assim como empréstimos importantes relacionados com a obra pioneira do artista.A exposição irá explorar o singular sentido de Matta-Clark 'dos vazios metafóricos, lacunas, espaços abandonados, lugares que não foram construídos.' A apresentação em Serralves está concebida à volta de uma série de verbos construtivos e destrutivos que definem a conceção do arquitetural do artista: cortar, separar, inclinar, partir, escrever, construir, desenhar, etc. Além de materiais de arquivo e obras importantes deste artista, a exposição vai apresentar uma seleção de obras de outros artistas que criam um contexto para os cortes literais e metafóricos de Matta Clark, feitos sobre locais de reconstrução e de abandono e em contextos acentuadamente queer e de privação económica.Esta exposição continua a colaboração entre Serralves e o Canadian Centre for Architecture. Entre as colaborações anteriores contam-se as exposições 'O Processo SAAL: Arquitetura e participação 1974-1976', em 2015, e o 'Arquivo de Álvaro Siza Vieira', em 2016.

 

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«Julie Mehretu: Uma História Universal de Tudo e de Nada»


Até:03.09.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Ocupando a galeria central e as salas da ala esquerda do Museu, esta importante exposição apresenta 20 anos de pintura e desenhos de Julie Mehretu (Addis Ababa, Etiópia, 1970), desde 1996 até aos nossos dias. Mehretu é uma das mais importantes artistas a trabalhar na atualidade e esta será a sua primeira exposição em Portugal. As suas pinturas redefiniram a forma como pensamos a pintura enquanto instrumento de mapeamento do mundo, no tempo e no espaço. Embora seja principalmente conhecida pelas suas pinturas monumentais que combinam plantas arquitetónicas e mapas de cidades - numa investigação sobre as temáticas da globalização e da identidade -, a sua prática baseia-se numa exploração simultaneamente rigorosa e explosiva do desenho, que evoca várias referências, que vão dos desenhos surrealistas até à caligrafia chinesa, passando pelas experiências pictóricas de Henri Michaux realizadas sob o efeito da mescalina. Apagamentos, eliminações são tão importantes quanto as marcas realizadas pela artista, dando origem a um palimpsesto de espaços construídos de memória visual e cultural.Mehretu participou em inúmeras exposições internacionais e bienais que lhe garantiram reconhecimento internacional, incluindo, em 2005, o American Art Award from the Whitney Museum of American Art, Nova Iorque, e o prestigiante MacArthur Fellows award. Em 2009 e 2010 Mehretu expôs um ciclo de grandes pinturas no Deutsche Guggenheim Berlin, que depois viajou para o Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova Iorque.O seu monumental painel de pinturas Mogamma, parte de uma meditação ainda em curso sobre locais de revolução e mudança social, foi encomendado para a Documenta 13, em 2013.

 

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«A Colecção no Palácio da Bolsa»


Até:24.09.2017

Cidade: Porto

Onde: Palácio da Bolsa

Nas décadas de 1960 e 70, as linguagens artísticas sofreram uma mudança de paradigma. A escultura não foi exceção. Na presente exposição de obras de Ângelo de Sousa, João Machado e Zulmiro de Carvalho reportam-nos para essa realidade.Nesta apresentação de obras da Coleção de Serralves no Palácio da Bolsa, algumas esculturas apoderam-se do solo, prescindindo do plinto, outras transmitem-nos visíveis preocupações com as ideias de serialidade, de fabrico industrial e de literalidade da técnica (o que vemos é mesmo aquilo que vemos). Estes elementos são suficientes para percebermos que os escultores portugueses apresentaram propostas que hoje nos confrontam com os vários passados que foram tornando a obra de arte cada vez mais direta no contacto com o público, desde a arte pop, à escultura abstrata britânica, passando pelo minimalismo norte-americano.Esta apresentação é o resultado de uma parceria entre o Palácio da Bolsa e o Museu de Serralves de Arte Contemporânea no Porto ao abrigo do qual obras da Coleção de Serralves são exibidas nos interiores históricos do Palácio.

 

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«Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo»


Até:01.10.2017

Cidade: Porto

Onde: Culturgest Porto

Entre 1968 e 1973, Alberto Carneiro (Coronado, 1938) realizou três instalações que foram determinantes para o seu percurso e para toda a arte portuguesa posterior: O Canavial: Memória Metamorfose de um corpo ausente, de 1968, Uma floresta para os teus sonhos, de 1970, e Um campo depois da colheita para deleite estético do nosso corpo, de 1973-1976. As três obras compõem situações telúricas nas quais a presença do campo, recriado no espaço expositivo pela rigorosa e cuidadosa organização de elementos do ciclo da natureza, produzem para o espectador máquinas de viajar no tempo e no espaço.A última destas peças, muito mais difícil de produzir porque inteiramente dependente do ciclo da Natureza, não é vista no Porto desde a sua apresentação, em 1976, no Museu Soares dos Reis, na exposição que Alberto Carneiro aí realizou. Em Lisboa esta obra foi instalada na retrospetiva que Carneiro efetuou na Fundação Calouste Gulbenkian em 1991. Para esta apresentação no Porto foi necessário reservar um campo que foi semeado de centeio, possível pela colaboração da Câmara Municipal de Montalegre e do Ecomuseu de Barroso.Trata-se de uma oportunidade rara de fruir a envolvência e a poética da obra de Alberto Carneiro, particularmente numa circunstância em que é possível ver, na exposição Simultânea, na Culturgest em Lisboa, as outras instalações de referência do artista. Por ocasião da exposição, será lançado um catálogo com documentação sobre as instalações.

 

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«Colecção de Serralves: 1960-1980»


Até:28.01.2018

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

'Colecção de Serralves: 1960-1980' marca a presença visível e permanente da Coleção de Serralves no Museu de Serralves através de um programa contínuo de diferentes apresentações da Coleção. A apresentação inaugural apresenta obras de artistas portugueses e internacionais em diferentes suportes e abrange a arte produzida nas décadas consideradas fundadoras da história e desenvolvimento da arte contemporânea e do lugar da arte portuguesa nessa história. Para além de obras icónicas produzidas entre 1960 e 1980, as novas apresentações também incluem uma seleção de peças mais contemporâneas, que acentuam a relevância contínua dessas atitudes e posições artísticas mais antigas.As obras expostas refletem a diversidade da produção artística desde a década de 1960 até ao presente, sublinhando as características únicas da Coleção de Serralves, notável pela sua relação com a arte portuguesa e internacional de todo o mundo. Com uma apresentação visualmente dinâmica e rica que inclui pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, filmes e vídeos, esta mostra abrange vários temas centrais à prática artística do período do pós-guerra e que influenciaram as práticas artísticas do século XXI, incluindo: materiais e processos, abstração e figuração, linguagem e conceito, e o corpo e a performatividade.As décadas apresentadas na exposição foram marcadas por profundas mudanças sociais e culturais acompanhadas por desenvolvimentos radicais no modo de fazer arte. A arte desse período reflete a redefinição de formas artísticas, media e produção, influenciada pela profunda transformação tecnológica.

 

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