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26.04.2017

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«Altar» - The Gift


Até:26.04.2017

Cidade: Vila Real

Onde: Teatro de Vila Real

Produzido pelo icónico Brian Eno e misturado por Flood, 'Altar' é um sonho tornado realidade. Um projecto de vida que se concretiza em 2017. Um disco de 10 canções intemporais, feitas durante dois anos, pensadas ao longo de três, sonhadas ao longo de vinte e dois. Um disco que ao vivo se transforma num espectáculo capaz de retratar todas as emoções vividas ao longo deste processo e que convida o público a dançar, vibrar e celebrar o presente.'Love Without Violins', 'Clinic Hope' e 'Big Fish', incluídos neste novo trabalho, são já singles de sucesso.Com um forte conceito visual acompanhando a marcante presença da banda, a digressão ‘Altar’ promete agitar os palcos nacionais com uma sonoridade que vai oscilando entre a pop alternativa e a electrónica.

 

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«Caetano Apresenta Teresa» - Caetano Veloso


Até:26.04.2017

Cidade: Porto

Onde: Coliseu do Porto

Após dois concertos esgotados no Coliseu dos Recreios, em 2016, Caetano Veloso atua agora no Coliseu Porto, no formato mais apreciado pelo público português: voz e violão.O espetáculo integrado na digressão mundial 'Caetano Apresenta Teresa', abre com a cantora Teresa Cristina a interpretar repertório de Cartola, seguindo-se a atuação a solo de Caetano Veloso.

 

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«Yo-Yo» - Ana Manso


Até:07.05.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

'Yo-yo' é a primeira exposição individual numa instituição museológica da jovem pintora portuguesa Ana Manso. A mostra apresenta pinturas recentes e dois murais executados diretamente nas paredes da Galeria Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de Serralves – espaço que a artista observou meticulosamente e que durante algum tempo se transformou num seu ateliê temporário. As pinturas de Manso apresentam sofisticados jogos entre figura e fundo, opacidades e transparências e exploram as tensões entre abstração e figuração através do recurso a referentes concretos, que a artista recolhe das mais diversas fontes, desde pormenores arquitetónicos e decorativos que encontra na paisagem urbana, imagens recolhidas em revistas e livros, detalhes de pinturas e desenhos alheios.'Yo-yo' é organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por Ricardo Nicolau, curador e adjunto da direção do Museu.Exposição integrada no programa Projetos Contemporâneos - uma plataforma dinâmica para a apresentação de obras de artistas, emergentes ou estabelecidos, que desenvolvem em diferentes disciplinas novas formas de arte relevantes para uma geração mais jovem.

 

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«A Time Coloured Space» - Philippe Parreno


Até:07.05.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'A Time Coloured Space' (Um espaço da cor do tempo), uma grande exposição do artista francês Philippe Parreno, a sua primeira mostra em Portugal. Comissariada por Suzanne Cotter, Diretora do Museu, a exposição ocupará todas as treze salas do Museu, estendendo-se pelos dois pisos e expandindo-se ainda para o Auditório.A exposição é estruturada segundo o modelo matemático da fuga e concebida em torno da ideia de contraponto, ou ritournelle, um princípio segundo o qual uma determinada passagem é repetida em intervalos regulares numa peça ou arranjo musical, para dar significado à composição. Regendo-se por um método semelhante, A Time Coloured Space é determinada não pelos seus 'objetos”, mas pela cadência e o ritmo do aparecimento destes. A exposição inclui alguns dos trabalhos mais emblemáticos de Parreno, criados desde os anos 1990 até aos nossos dias, assim como obras recentes concebidas especificamente para este contexto.Através da sua prática artística, Parreno tem redefinido a experiência da exposição, explorando as possibilidades desta como um 'objeto' coerente e um meio em si próprio, e não uma mera coleção de obras individuais. Para isso, Parreno concebe as suas exposições como um espaço com um guião, no qual se desenrolam eventos. Enquadrando-se no conceito filosófico de Gilles Deleuze expresso em Différence et répétition [Diferença e repetição] (1968), cada uma das treze salas da exposição é uma recorrência da anterior, diferenciando-se apenas pelas variações de cor e de disposição. Ao introduzir estas variáveis recorrentes, Parreno leva o princípio do ritournelle para além do seu entendimento musical, transportando-o para aquilo que Deleuze descreveu como 'uma repetição da diferença”. Como o passado e o futuro estão inscritos no presente, a exposição torna-se um autómato, uma fábrica onde são projetadas estas variáveis, uma forma de imitação que se transforma numa nova invenção.Entre os trabalhos apresentados encontramos Speech Bubbles (1997 até à atualidade), balões de hélio com a forma de balões de fala da banda desenhada. Vazios de palavras, juntam-se e pairam no teto do espaço que ocupam. A exposição inclui também Fraught Times: For Eleven Months of the Year it’s an Artwork and then December it’s Christmas (2008 -2016), uma série de esculturas em alumínio, moldadas como árvores de Natal.Também estarão expostos mais de 200 desenhos a tinta criados por Parreno entre 2012 e 2016, assim como o conjunto de serigrafias intitulado Fade To Black. O espaço será ainda pontuado por uma série de objetos de luz: AC/DC Snakes e Happy Ending.Uma obra recentemente incorporada na Coleção de arte contemporânea do Museu de Serralves - o espetacular trabalho de luz Marquee (cluster) - será instalada no foyer do Auditório. O Auditório do Museu será transformado numa forma de cinéma en permanence.

 

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«Chama Xamânica» - Otelo M. F.


Até:15.05.2017

Cidade: Porto

Onde: Culturgest Porto

A exposição 'Chama Xamânica' apresenta a um público alargado e de forma extensiva o trabalho de Otelo M. F., mantido ainda relativamente desconhecido apesar de algumas cintilantes e surpreendentes aparições em Portugal ou no estrangeiro (Algarve Visionário, Excêntrico e Utópico, Museu Municipal de Faro, 2010; Instruments of quasi-null consequence, Galeria Clages, Colónia, 2014; Interface Makonde e Oracular Spectacular, desenho e animismo, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães, em 2013 e 2015, respetivamente; Le lynx ne connaît pas de frontières, Fondation D'Enterprise Ricard, 2015).No trabalho de Otelo M. F. (Almancil, 1974), cuja formação artística foi feita fora de qualquer contexto formal, o desenho, os objetos e a escultura constituem o núcleo central de uma obra na qual a performance e o ritual se estabelecem como modos de conduzir energias, convocar presenças, articular materialidades. Animismo, primitivismo, xamanismo, metamodernismo, antropoceno são campos de conhecimento operativo convocados pelo artista num trabalho frequentemente movido pela deceção e pelo sentimento de perda irreversível de um mundo em colapso ambiental (The damage is done) e que perdeu as ligações com o espírito da terra e o conhecimento cultivado pelos antepassados. Movimento, metamorfose, transitoriedade, devolver ideias que não tenham corpo, recolher e reutilizar matérias frequentemente tratados como restos, em contexto urbano ou natural, estabelecer ligações ou diálogos inusitados entre materiais e formas, são palavras-chave numa prática muito alargada, que afirma que 'o trabalho artístico serve para reclamar a nossa existência espiritual'.

 

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«Álvaro Siza Vieira: Visões de Alhambra»


Até:28.05.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Em 2011, o arquiteto venceu um concurso para a criação de um novo acesso e centro de visitantes para o complexo de Alhambra. Um conjunto de desenhos e esboços, maquetas e também cinco filmes mostrará aos visitantes aquilo que se pode considerar um dos mais importantes desafios da sua carreira. Esta exposição, anteriormente apresentada no Aedes Architecture Forum, Berlin (2014), no Vitra Design Museum, Weil am Rhein, Alemanha (2014), no Patronato de la Alhambra y Generalife, Granada (2015), no Nasjonalmuseet - Arkitektur, (2015) e este ano no Aga Khan Museum, Toronto (2016), apresenta os desenhos e as maquetas que o arquiteto produziu enquanto concebia aqueles equipamentos, permitindo um acesso privilegiado ao processo criativo do arquiteto.A Alhambra, localizada em Granada, Espanha, é um rico complexo palaciano e fortaleza que alojava a corte do Reino de Granada. Exibe alguns dos mais famosos elementos da arquitetura islâmica na Europa, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins. Álvaro Siza foi muito influenciado pelas visitas desde criança a Granada, e especificamente a Alhambra, principalmente pela sua particular fusão entre paisagem natural e artificial, pelas qualidades espaciais únicas dos seus pátios, a articulação singular de volumes, a importância dos jogos de luz e sombra.

 

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«Máscaras Contemporâneas: "Os Espectadores"» - Fernando Moreira


Até:29.05.2017

Cidade: Vila Real

Onde: Teatro de Vila Real

Fernando Moreira (1968, Porto) é mestre em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É também actor, encenador e dramaturgo. Trabalhou em diversas estruturas de teatro, como Teatro Nacional São João, Teatro Nacional D. Maria II, TEP, Seiva Trupe, Visões Úteis, Panmixia, Culturgest, Teatro Académico Gil Vicente, entre outras. Trabalhou com os encenadores Ricardo Pais, Nuno Carinhas, Rogério de Carvalho, Nuno Cardoso, Giorgio Barbieri Corsetti, Júlio Castronuovo, Nuno M Cardoso, António Feio, Paulo Castro, Nino Mangano, Norberto Barroca, entre outros. Interpretou alguns dos clássicos da dramaturgia universal e vários autores contemporâneos. É co-fundador da Astro Fingido, Associação Cultural.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


Até:04.06.2017

Cidade: Porto

Onde: MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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